domingo, 15 de agosto de 2010

SAIBA PARA ONDE ESTÁ INDO A VERBA DA EDUCAÇÃO

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O avanço da iniciativa privada na área da educação é um assunto que poucos docentes prestam atenção. Quase ninguém se dá ao trabalho de conhecer os “novos projetos” que caem de pára-quedas dentro da escola. Quase ninguém se dá ao trabalho de verificar quais são as instituições que estão por trás dessas iniciativas e muito menos o quanto de dinheiro público está indo para estas instituições.

As autoridades alegam que falta verba para pagar um salário decente aos docentes, entretanto há verba para ser gasta com empresas privadas. O custo desses projetos são altos, estou fazendo um levantamento e em breve postarei mais um artigo sobre o assunto, neste post há um exemplo.

A privatização dos serviços públicos é uma meta da política neoliberal, depois da crise do ano passado, a palavra globalização e neoliberalismo foram banidas da imprensa, entretanto a implantação dessa política segue ativa na área educação em todo o país.

Os resultados são tão bons que a Sangari Brasi,l criada em São Paulo em 1997, pelo inglês Ben Sangari, membro de uma família de empresários que atuam no ramo da educação em diversos países, deslancha em 2007 quando a Secretaria de Educação do DF adotou o CTC – Ciência e Tecnologia com Criatividade, agora chamada de “Ciência em Foco”. Hoje, a empresa que é associada ao grupo internacional da família já tem sede nos EUA e na Argentina. Além do DF são clientes da Sangari e usam o CTC a Prefeitura do Rio de Janeiro a partir de 2009 com o nome de “Cientistas do Amanhã” e Prefeitura de Botucatu (SP), que adotou o CTC em 2010 batizado de “Ciência para a Gente”.

Exemplificam a lucratividade e o objetivo dessa empresa, dois artigos, o primeiro foi publicado no site do SEPE REGIONAL III e o segundo é da Gazeta Mercantil e foi publicado em 2004.

Empresa faz contrato milionário com a prefeitura do Rio, é a privatização da educação Paes entrega à Sangari o ensino científico

das escolas ditas “do amanhã”
Privatização do ensino de ciências


Paes está desenvolvendo vários projetos pilotos com a iniciativa privada. Pretende entregar aos poucos a educação municipal, aos gananciosos empresários que vem em busca do orçamento bilionário da prefeitura.

A Sangari é um bom exemplo do como fazer para se “dar bem” com o dinheiro público.
Primeiro tem contratos milionários e sem licitações em todo o Brasil. Depois sabe bem como “convencer” nossos políticos a contratá-la para a “prestação de serviços”. Veja o contrato milionário e sem licitação feito entre a prefeitura de Paes e a empresa, publicado em D.O.:

DIARIO OFICIAL DA PREFEITURA RIO.
Republicação em 09/09/09. 1. Partes: PCRJ/SME e SANGARI DO BRASIL LTDA 2. Fundamento: Inexigibilidade de Licitação Artigo 25, 3. Razão: Implementação do Programa CTC-Ciência E Tecnologia com Criatividade para os alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Educação 4.VALOR: R$ 67.478.464,47 5. Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo . 6. Ratificação: Cláudia Costin.

Fonte: http://www.seperj.org.br/site/


25.04.2002

Sangari busca lucros com a educação

A Sangari, multinacional especializada em educação fundada há 37 anos em Cambridge, na Inglaterra, elegeu o Brasil como o seu principal mercado. No País desde 1997, a empresa faturou R$ 10 milhões no ano passado com vendas de soluções na área educacional. Quer pelo menos dobrar esta cifra este ano, e chegar a R$ 50 milhões em 2003.

A meta, segundo o presidente da Sangari do Brasil, Ben Sangari, é alcançar o patamar de US$ 220 milhões em 2005 - o equivalente ao faturamento global atual da empresa, que atua em 13 países. Para conseguir isso, a estratégia é transformar o Brasil em base para entrar em outros países da América Latina.

Aqui, a Sangari acaba de "montar" sua maior vitrine - uma fábrica modelo CIM (Computer Integrated Manufacturing, ou Fabricação Integrada por Computador), um sistema que reproduz todas as etapas do processo produtivo em qualquer segmento industrial. Está focada em todas as áreas da engenharia, principalmente automação, eletrônica, mecânica básica e tecnologia de solda.

O objetivo é levar estudantes, além de empresas de manufatura, a testar processos, criar ou melhorar tecnologias, simular situações com vistas a melhorar a produtividade e aperfeiçoar a qualidade do produto.

Totalmente automatizada, a fábrica está instalada no Senai/ Cimatec - Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia, implantado em Salvador pela Federação das Indústrias da Bahia. O Centro oferece curso técnico em mecatrônica (a união entre as engenharias mecânica, elétrica e computação), faz pesquisa aplicada em parceria com universidades, presta serviços tecnológicos e, desde a última terça-feira, conta com um curso de pós-graduação em engenharia automotiva em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), o governo do estado e a Ford.

"A fábrica é a síntese, na prática, de tudo isso. É o mais moderno e completo sistema existente hoje no mundo, só contando com alguma coisa similar em Cingapura.

Pode inclusive ser operada remotamente, de casa", disse Herman Lepikson, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFBA e colaborador do projeto Cimatec. A Sangari venceu a licitação para fornecimento e integração de todos os equipamentos da CIM, fabricados pela israelense Degem, da qual a empresa inglesa é representante exclusiva no Brasil.

A fábrica custou cerca de R$ 2 milhões. Mas a empresa não se restringe a tecnologia, atingindo todas as áreas do conhecimento, desde a pré-escola. Fornece soluções completas de educação, ou programas específicos, a exemplo do CTC - Ciência e Tecnologia para Crianças.

Treina professores em todos os níveis - mantém em São Paulo uma parceria com a Escola do Futuro - USP, dedicada ao estabelecimento de instalações conjuntas para a condução de pesquisas pedagógicas e programas para o desenvolvimento de professores. No País inteiro, mantém centenas de contratos, com escolas particulares e também públicas.

Fonte: Gazeta Mercantil
Disponível em: http://www.universia.com.br/noticia/materia_clipping.jsp?not=728

sábado, 14 de agosto de 2010

CENSO 2010

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Mas doutô uma esmola a um homem qui é são ...

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Seu doutô os nordestino têm muita gratidão
Pelo auxílio dos sulista nessa seca do sertão
Mas doutô uma esmola a um homem qui é são
Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão
É por isso que pidimo proteção a vosmicê
Home pur nóis escuído para as rédias do pudê
Pois doutô dos vinte estado temos oito sem chovê
Veja bem, quase a metade do Brasil tá sem cumê
Dê serviço a nosso povo, encha os rio de barrage
Dê cumida a preço bom, não esqueça a açudage
Livre assim nóis da ismola, que no fim dessa estiage
Lhe pagamo inté os juru sem gastar nossa corage
Se o doutô fizer assim salva o povo do sertão
Quando um dia a chuva vim, que riqueza pra nação!
Nunca mais nóis pensa em seca, vai dá tudo nesse chão
Como vê nosso distino mercê tem nas vossa mãos

Vozes da Seca
Luíz Gonzaga
Composição: Luiz Gonzaga / Zé Dantas


Enquanto tomo o meu café da manhã, leio os jornais online (fazer assinatura com salário- de-professor nem pensar) me deparo com a seguinte notícia:

Governo de SP deve pagar R$ 50 a aluno que for a reforço de matemática - http://www1.folha.uol.com.br/saber/782363-governo-de-sp-deve-pagar-r-50-a-aluno-que-for-a-reforco-de-matematica.shtml

Esfrego os olhos, pois devo ainda estar dormindo, isso não pode ser verdade! Lamentavelmente estou acordada, logo me vem à cabeça dois versos da canção de Luiz Gonzaga “... Mas doutô uma esmola a um homem qui é são / Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão...”, ouvida no meu primeiro dia de aula no Ensino Médio, cantada e tocada em acordeão pelo professor de geografia, Heraldo Souza, mais conhecido como Souzinha, na A.E.CN.F., em Nova Friburgo no ano de 1976. Nunca esqueci essa aula, os problemas da região nordeste e a lição sobre o procedimento correto de um bom governante, dada pelos compositores .

Estou chocada com a irresponsabilidade e a incompetência das autoridades de São Paulo. Essa medida demagógica institui a falta de responsabilidade legalizando as notas baixas, pois o aluno do Ensino Fundamental que é responsável, interessado no aprendizado e tira boa nota só vai levar prejuízo. O que pretendem as autoridades que aprovaram essa medida? Incapacitar premeditadamente os filhos das famílias de baixa renda, viciando-os com a esmola do assistencialismo barato?

Continuo a maratona nos jornais online e no JB:
Aluno que fizer reforço de matemática receberá R$ 50 em SP http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/08/13/e13086672.asp

Aqui, fico sabendo de mais irregularidades sobre esse projeto, que se chama Programa Multiplicando o Saber, além de estimular irresponsabilidade, explora o trabalho infantil, os alunos com bom desempenho do 2º e 3º anos do Ensino Médio vão trabalhar 3 meses como tutores e ganhar R$ 115,00 (será que é um adestramento para viver com o salário de professor no futuro?), enquanto os filhos das camadas mais favorecidas estarão concentrados estudando em tempo integral para o ENEM e os vestibulares. Mais uma maneira de excluir os filhos das camadas populares do ensino superior.

Tem mais, esse projeto de incapacitação e exploração/exclusão de crianças e adolescentes conta com a parceria entre outros do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e de Organizações Não-Governamentais, ou seja a receita neoliberal da parceria Estado/iniciativa privada, seguida à risca por nossas autoridades. Muitos podem ver a presença e ação dessas instituições como um ato de bondade e caridade de estrangeiros preocupados com a miséria de um país pobre, entretanto não podemos nos deixar enganar, pois nas intenções escondidas sob esse manto de filantropia, não há o menor resquício de bondade. O objetivo é nos manter dependentes do saber tecnológico, servindo apenas como mão-de-obra barata e consumidores dependentes, eternos produtores de gêneros agrícolas. Sem educação de qualidade não há pesquisas, não há cientistas apenas mão-de-obra barata.

Será que as nossas autoridades não percebem que a Educação é uma questão de segurança nacional? Nos Estados Unidos, a autora dessa pedagogia da meritocracia, Diana Ravitch, já decretou a sua falência, isto é não serve aos interesses dos EUA, pois não educa, não prepara a juventude, não é adequada para manter nos anos futuros a inovação tecnologica da nação, mas parece que a Secretaria de Educação de São Paulo ignora esse fato, e adota o sistema falido, a sucata norte-americana para melhorar a educação pública.

Espero que algum juiz da Vara da Infância e da Juventude, respaldado pelo E.C.A. tome alguma medida, pois isso é uma violência contra a criança e adolescente e uma ameaça ao futuro do país. Espero também que o Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo tome uma atitude enérgica, pois defender o interesse da educação e do aluno é também defender os interesses dos professores.

A sociedade não pode ficar calada diante dessa agressão às nossas crianças e dessa ameaça ao nosso futuro. O que queremos no futuro? Uma nação de incapacitados dependentes de esmolas e da tecnologia alheia e eternos produtores agrícolas; ou uma nação de cidadãos capacitados para ganhar a vida dignamente e com autonomia na área tecnologica? Não é dando e recebendo esmolas que vamos fazer do Brasil uma superpotência.

Caso as autoridades do Estado de São Paulo, em seu desespero e estupidez não saibam o que fazer, Luiz Gonzaga e Zé Dantas deixaram a solução, nos versos abaixo:

Home pur nóis escuído para as rédias do pudê
Pois doutô dos vinte estado temos oito sem chovê
Veja bem, quase a metade do Brasil tá sem cumê
Dê serviço a nosso povo, encha os rio de barrage
Dê cumida a preço bom, não esqueça a açudage
Livre assim nóis da ismola, que no fim dessa estiage
Lhe pagamo inté os juru sem gastar nossa corage
Se o doutô fizer assim salva o povo do sertão
Quando um dia a chuva vim, que riqueza pra nação!
Nunca mais nóis pensa em seca, vai dá tudo nesse chão
Como vê nosso distino mercê tem nas vossa mãos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Brasil de Amanhã

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Brasil caminhava pela areia da praia, tonto e cambaleante (efeito da farra de carnaval). Repentinamente, ele se deparou com um velho, de longas barbas brancas, corpo magro e visivelmente doente, carregando um livro debaixo do braço.
Assustado com a aparência daquele senhor, Brasil perguntou-lhe:
– Quem é você?
– Não está se reconhecendo? – indagou o velho – Eu sou você amanhã.
O jovem Brasil, que já estava mareado pela bebida, ficou mais zonzo ainda:
– Quer dizer que eu serei assim no futuro?
– É claro. A idade chega para todo mundo, mas bem que você poderia ter cuidado melhor da sua aparência e da sua saúde, né? É por causa do seu desleixo que estou assim, doente e desmazelado.
– E onde você mora?
– Num barraquinho aqui perto.
– Barraquinho? Pensei que quando eu ficasse velho, moraria numa mansão igual à da China e dos Estados Unidos.
– Meu caro jovem, você tinha tudo nas mãos para ser rico e próspero. Só precisava se esforçar. Mas como você não quis trabalhar, não conseguiu mais nada na vida e ainda perdeu o que tinha.
– E eu... quer dizer... você mora sozinho?
– Vivo com minha companheira, a Venezuela. Ela está velha, desdentada, mais doente e mais pobre do que eu, mesmo assim eu gosto dela. Vivemos felizes... Quer conhecer meu cafofo? Lá é de pobre, mas é limpinho, viu?
– Outra hora. E que livro é esse debaixo do seu braço?
– Não faço a mínima ideia. Eu não sei ler. Uso esse livro como apoio para minha cabeça quando preciso descansar.
– Como isso é possível? Eu sou letrado. Achei que na minha terceira idade eu seria um homem douto e sábio.
– Eu sabia ler, mas de repente esqueci tudo. Outro dia, eu disse para minha companheira: Hoje sou um abitolado, porque não investi o suficiente na minha própria Educação. A Educação é como um remédio que devemos tomar a vida toda; senão, a doença retorna, e aqui está mais uma doença da qual padeço: o analfabetismo.
Após falar isso, o velho Brasil deitou-se na areia e colocou o livro sob a cabeça. Pediu licença ao rapaz e disse que precisava descansar para caminhar até o barraco.
Minutos depois, o jovem Brasil foi encontrado na mesma praia, dormindo com a cabeça sobre uma garrafa de bebida. Os amigos o chamaram. Ele acordou. Levantou com dificuldade. Gritou:
– Que bom! Era tudo um sonho. Vamo galera! Vamo pra avenida curtir mais um dia de Carnaval.

Este texto é minha contribuição para a blogagem coletiva “Brasil, 14 de novembro”, promovida pelo blog Cachorro Solitário, do Diogo C. Scooby.

Sobre o Autor: Valdeir Almeida é professor de Língua Portuguesa e Orientador Acadêmico de Graduação. Produz os textos do Ponderantes e do Painel do Educador

Fonte:http://www.ponderantes.com.br/2009/11/o-brasil-de-amanha.html

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PROFESSORES ALVOS DA MÁFIA DOS EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS

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Vários professores da rede estadual do Rio de Janeiro, já foram vítimas do Golpe do Empréstimo Consignado. Só na escola em que trabalho mais de oito colegas foram vítimas desse golpe.

A quadrilha falsifica o contracheque e os documentos do docente e faz o empréstimo, a vítima só fica sabendo do golpe, ao receber o contra-cheque com o desconto da prestação.

Para evitar o problema, os servidores devem procurar SEPLAG e solicitar o bloqueio da sua margem consignável.
Proteja-se!


SEPLAG endereços:

Central de Atendimento
Av. Erasmo Braga nº 118 - Térreo - Centro - Rio de Janeiro

Tel. (21) 2299.1000 - 2533.4162 - 2292.5100 - Ramal 311 Horário de Funcionamento: 10:00 às 17:00 horas
Angra dos Reis

Rua Coronel Carvalho nº 230 - Centro (Colégio Estadual Arthur Vargas)

Tel. (24) 3365.1212
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas
Bangu

Rua Silva Cardoso nº 349 - Centro
Tel. (21) 2299.7001
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas
Barra Mansa

Rua Pinto Ribeiro nº 65
Tel. (22) 3322.8700
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Cabo Frio

Rua Profa. Ismar Gomes de Azevedo nº 13 - Centro
Tel. (22) 2643.3081
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Campos dos Goytacazes

Praça da República nº 30
Tel. (22) 2723.8435 - 2723.7845
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Itaguaí

Estrada do Mazomba, s/nº
Tel. (21) 2688.6192
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Itaperuna

Rua Cel. Luiz Ferraz nº 307 - Fundos
Tel. (22) 3824.5001
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Macaé

Rua Alfredo Backer nº 341
Tel. (22) 2772.1650 - 2762.1643
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Madureira
Praça do Patriarca, s/nº
Tel. (21) 3359.9938 - 2470.0738
Horário de Funcionamento: 08:00 às 16:00 horas

Niterói
Rua Marquês de Olinda nº 15
Tel (21) 2621-1354
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Nova Friburgo
Rua Gov. Roberto Silveira nº 1900
Tel (22) 2522-1974
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Nova Iguaçu
Rodovia Presidente Dutra nº 15450 - Jardim Esplanada
Tel (21) 2768-9135
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Paty do Alferes
Rua Dr. Peralta nº 802
Tel (24) 2485-1602
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas

Petrópolis

Rua Paulo Barbosa nº 110/404
Tel (24) 2231-0193
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas
Encontra-se temporariamente desativado

Três Rios
Rua Manoel Duarte nº 81/02
Tel (24) 2255-1272
Horário de Funcionamento: 09:00 às 17:00 horas